Todo o tempo você me avisou que algo não estava bem. Eu simplesmente ignorei. Me achei inteligente o suficiente ao pensar que não era nada.
Novamente você me avisou. Eu não dei bola.
Você pediu socorro, eu demorei mas fui ao seu encontro. Era tarde. Mesmo assim, você foi excepcional: me perdoou.
Cheguei a ter esperança que tudo ia acabar bem. Não foi assim que o destino quis.
Você estava ciente da partida. Foi ao encontro de todos e, do seu jeito, disse adeus. Mas faltava uma pessoa: eu.
Eu senti que ia ser a última vez que eu teria você em meus braços. Foi comigo que você confiou seu último momento.
Mas que veia poética é essa? Onde ela estava? Não sei se já existia e eu não consegui, até então, enxergá-la, ou se apenas agora você resolveu abrir-se ao mundo e mostrá-la. Puxa, estou muito admirada! Que delícia essas palavras e essa descoberta de mais um dom seu.
Viva Janjão!!!
Seu blog vai para a minha listinha, lá nos meus blogs, tá? Beijão.
Não sei porque, mas parece que TUDO que vc colocou em seu blog, foi escrito para mim.
Parece horóscopo. Qualquer signo que você lê, se encaixa em sua vida.
Parabéns. Você deveria ser da Igreja Universal. Sabe como fazer cada pessoa achar que está falando dela.
Tá amarrado!!!!