Pensamento

Somos seres em constante insatisfação, queremos sempre mais: mais do que a nossa capacidade, mais do que o outro tem, mais dinheiro, mais, mais, mais.

Sempre que a frustração vem a tona, tentamos buscar um culpado. Jogamos a responsabilidade para nossos pais, para o trabalho, para o chefe, para a sociedade, até para Deus, mas nunca assumimos o que nos cabe.

Não seria melhor cada um puxar a responsabilidade para si? Dessa forma teríamos mais controle do nosso destino em vez de abandoná-lo a própria sorte.

Saudade

Você me disse “oi”. Hesitei um pouco mas respondi, meio distraido olhando para a tela do computador. Você não se satisfez e veio puxar assunto. Não quis dar confiança até olhar fixamente nos teus olhos. Não me pergunte como, mas sabia que era verdade tudo o que ouvia. Era o início de um relacionamento.

Foram dias maravilhosos. Seu jeito de falar é cativante. Por mim ficariamos horas a fio conversando pelo simples prazer de estar ao teu lado. A situação ficava cada vez mais forte a ponto de sentir que havia uma ligação. Do nada você se distanciou. Passou a usar pequenas mentiras, e ficava cada vez mais longe.

Era uma noite fria. Você não apareceu. Senti teu medo falando mais alto que o coração. Ao acreditar que a distância seria a melhor solucão você se puniu. Quem ganhou com isso? Ninguém. Agora só a solidão é o que temos em comum. Resolvi seguir com minha vida. Não tenho mais  notícias tuas.

Sinto sua falta.

Mais uma chance

Hoje resolvi me dar uma chance. Já que no momento não posso exercer minha formação (coisas da vida), vou colocar meus pensamentos na net. Só por prazer nada mais.

Esse é o primeiro post do ano. Está sendo escrito num momento especial (espero que o próximo tenha mais novidades). Consegui me dar chances.  A primeira foi em maio: me presenteei com uma viajem à Buenos Aires. A próxima meta é providenciar a carteira de habilitação, mas não é só isso.  A vida não se resume a conquistas materiais ou profissionais. Viver é mais que isso.

Daqui para frente o objetivo será qualidade de vida. Sabe aquilo tudo que não nos permitimos pensando nos outros? Tudo isso para quê? “Bora” esquecer todas as vezes que nos bombam e nos dar a chance de viver.

Natal é tempo de:

- discutir a relação em pleno shopping, passar vergonha com aquele cartão sem saldo (e a pessoa insiste em falar que na outra loja deu certo), criança fazendo pirraça na loja de brinquedo, Mc Donald’s lotados, ônibus cheio e com pessoas e sacolas na disputa por espaço.
Ainda tem mais, aguarde o próximo post.

Novas tecnologias

Acabei de descobrir que consigo postar via wap. A parte boa nisso é ter mobilidade para escrever, publicar rapidamente minhas ideias (de preferência antes de esquecê-las), ou seja, fazer meus posts onde e quando quiser.

O chato nisso tudo é ter um teclado minúsculo, a sensação de que está enviando um imenso SMS, você fica sujeito a erros tolos de grafia e formatação (algo que praticamente não existe nesse mundo).

Prós e contras a parte, estou curtindo muito essa novidade (para mim isso é novo), afinal a vida é uma evolução.

Rapidinha…

… no Messenger:

Giu:  “Vixe” você bebeu????

Eu: não, comi com farinha,

Giu: minha nossa, o que você comeu com farinha????

Eu: é a alegria por ser sábado. Você vai ver como estará meu humor amanhã, quando tocar a música de encerramento do Fantástico!!!

(risos)

A semana promete…

Depois de um sábado em um parque de diversões e de sessões de filmes e seriados, meu domingo começou as 13h da tarde. Ótimo horário para se fazer uma faxina no quarto, lavar aquele tênis que foi pisoteado no dia anterior, colocar no sol aquela mochila velha de guerra.

Podem me falar que isso é “programa de índio” – se bem que a vida de um índio deve ser mais animada e rica, culturalmente falando, do que a minha. Tem diversão melhor para um perfeccionista do que colocar a casa em ordem, e de acordo com sua opinião? Tem. Lógico que tem. Arrumei tudo e fui pra missa.

Cheguei na igreja, junto com uma amiga.  As leituras e o evangelho remetiam a humildade. O padre foi fazendo a homilia com um tom de sarcasmo. O objetivo dele era mostrar algumas atitudes que fazemos em nosso convívio de forma engraçada e ao mesmo tempo coercitiva. Deu certo.  Ou você ria, ou você se identificava com o assunto. Eu fiz as duas coisas.

Eu gosto de coisas desse tipo. Desde ir a um parque de diversão até a missa tradicional de domingo.  Não acho chato. Nos dias atuas precisamos de cuidar da nossa mente com distrações – cada um com aquilo que gosta – sem deixar de lado o nosso espírito. Independente da crença.

Aí você me pergunta: “por que a semana promete?”. Porque  hoje é domingo. O Fantástico já tocou sua vinheta na televisão. Isso lembra que amanha é segunda-feira. É só o começo.